Do jeito que a coisa vai, não demora e …..
Quando eu era menino, as questões relacionadas ao sexo não eram
absolutamente tratadas com qualquer permissividade. Menina perder a
virgindade antes do casamento era uma tragédia familiar e, em muitos casos,
a ‘família’ expulsava a moça de casa para um colégio interno, quando não
para a rua. Daí à prostituição era um pulo. O homossexualismo, então, era um
tabu e a sua constatação um escândalo social, numa época de grande
religiosidade e onde o materialismo marxista ainda não javia feito tantas
vítimas quanto agora. Quando eu me tornei adolescente, aqui e alí sentia o
assédio dos homossexuais nos cinemas, nos clubes, e já havia uma tolerância
maior a eles. Quando me tornei adulto e médico, além de profissionalmente
entar em contado com eles em todas as gamas de androginia física e
psicológica, começou-se a falar que tudo era uma questão de “opção sexual” a
que eles tinham direito e de assumirem-na perante a sociedade. Foi quando
surgiram as primeiras organizações e paradas ‘gay’. Hoje, muitas pessoas
advogam o “casamento entre homossexuais” e até o direito desses pares em ter
crianças para educar e cuidar por adoção.
Sempre mostrei aos meus filhos essa evolução do problema no Brasil. Agora
´só posso recomendar a eles o seguinte:
PENSEM BEM SE VÃO FICAR NO PAÍS OU NÃO, PORQUE DO JEITO QUE A COISA VAI, NÃO
DEMORA E ESSA PORRA VAI SE TORNAR OBRIGATÓRIA!
Sds,
F.VIANNA
francisco.vianna@terra.com.br

