¿Qué puede salvar a México del narcotráfico?
A idéia ‘revolucionária’ de descriminalizar as substâncias entorpecentes que ocasionam a dependência física ou psíquica a pretexto de que foi perdida a ‘guerra contra as drogas’- pode ser uma manifestação dos efeitos deletérios da narcotização de que os presidentes bolivarianos Evo Morales, Chávez Frías, Rafael Correa, as FARC-EP e os demais sicários do bolivarianismo delirante sofrem e que agora foi endossada ‘inteligentemente’ pelos ex-presidentes latino americanos, Ernesto Zedillo, César Gaviria e o ilustrado Fernando Henrique Cardoso.
efetivamente a economia do crime conduzida pela “mão invisível do mercado ilegal”, com apoio/participação às vezes das mãos espertas de governos (a) narcos, geram pelas formidáveis lucros e grandes movimentações de capitais ‘nunca vistos antes’ auferidos por grupos, cartéis e organizações (societas sceleres), estruturados e organizados a partir da produção.
Como em todo assunto complexo – há desinformação, distorção e manipulação dos fatos e, até da realidade; agrego alguns dados inconvenientes:
A simples e inofensiva ‘maconha’ (Cannabis Sativa Lineu – possui o tetrahidrocanabinol (FHC, digo, THC – tetrahydrocannabinol) ou dronabinol – príncipio ativo extraído dessa erva, ocasiona a dependência física e/ou psíquica - opera como um ‘dos destruidores da mielina’ que recobre a célula básica do sistema nervoso central, provocando danos irreparáveis a nível cerebral.
A percepção distorcida, perda da coordenação, problemas de memória e aprendizagem, aumento do ritmo cardíaco, são alguns de seus efeitos segundo os especialistas –– mesmo num cigarro com a quantidade mínima de 0,5% de concentração de cannabinóide.
Buenas e do ponto de vista da saúde mental e das psicopatias – parece que a coisa é mais grave ainda – pois o ‘consumo crônico de maconha atua como despertador de patologias latentes como a esquizofrenia’.
Conveniente advoga-se que a questão passe a ser econômica e, obviamente não mais de saúde/segurança pública.
O consumo, mesmo de forma privada não só pode por em risco a sociedade, mas também o próprio indivíduo consumidor – pois durante a primeira hora depois de haver fumado maconha, o risco de sofrer um ataque cardíaco se quadruplica, além de em alguns casos tentar ‘voar’ em ponte área imaginada para o paraíso.
A performance intelectual de um estudante com apenas seis meses de consumo se deteriora notavelmente, e se manifesta nos problemas de memória e falta de concentração; com um ano de consumo – o aparato cognitivo também se deteriora. Como no Brasil temos um sistema de ensino que passou a doutrinar de forma ‘nunca vista antes no mundo’… tudo se resolverá …
Além do que o consumo de maconha tem o efeito similar a dronabinol (droga que se utiliza para tratar vômitos e náuseas) – favorecendo o consumo desmedido de bebidas alcoólicas, pois o indivíduo pode beber sem ter vômitos e náuseas, e assim bloqueia a primeira reação de defesa do organismo’, aumentando o nível de tolerância e de ‘satisfação’…
A longo prazo – pode se desenvolver outras enfermidades como o câncer. Mas enfim – estamos no caminho do ‘paraíso’ …; e já está havendo um ‘combate insano contra o consumo de tabaco’ que logo deve ser criminalizado ….
Assim que Dom Luís LI souber da demanda tomará mais uma medida ‘nunca vista antes’.
Confira o artigo sobre o México que já está clamando pelo ‘exército da salvação.’
Abs Rivadávia
http://www.lanacion.com.ar/nota.asp?nota_id=1216191&pid=7978210&toi=6303

