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Sábado, 6 de Fevereiro de 2010
DIGA NÃO À DROGA DILMA OU NÃO A DILMA QUE É UMA DROGA

Na rádio, a propaganda “diga não às drogas”, bem bolada, apela para o chocante, mas verdadeiro.

Jovens, ainda não chegados à adolescência, a julgarmos pela voz dos depoentes, sucessivamente, declaram peremptórios:

- quero viver na sarjeta;

- não quero ter um futuro;

- pretendo viver de esmolas;

- a bolsa - drogado será o meu amparo;

- o problema é dos outros;

- vou dormir em bancos das praças;

- não quero estudar;

- não pretendo ter família;

- a sociedade é culpada e terá que me agüentar; etc”.

A mensagem é bem clara. Ao optar pelas drogas, o jovem faz uma terrível e insana opção. Ao escolher o caminho fácil do prazer momentâneo, da falsa felicidade, da satisfação que cobrará um pesadíssimo preço ao usuário, ele, equivocadamente consciente, abdica de valores, abre mão da cidadania e da vida prazerosa, esta sem os enganadores subterfúgios.

Bom, não vamos alongar quanto aos malefícios que o universo palmilhado pelos drogados oferece, pois são por demais conhecidos, inclusive, pelos incautos usuários. Por isso, por saberem qual será o seu nefasto e triste futuro, sem delongas, às cegas abrem mão de tudo que pode encantar e atrair um jovem comum, com salutares sonhos e aspirações, e com uma desassombrada convicção apostam seu auspicioso futuro em troca de uma previsível degradação física e moral.

Na sua insânia, arrastam pais e parentes, mergulham na delinqüência, ingressam na devassidão, perdem a dignidade e prostituem - se moral e fisicamente. É o suicídio anunciado.

Nós eleitores, breve teremos à frente um pote cheio de Dilma. A droga nos é oferecida como uma panacéia. Dia e noite, intensa propaganda procura dourar seus malefícios diretos, sem contar os malsinados efeitos colaterais. É droga que não acaba mais.

Assim, aquela nefasta droga é colocada de bandeja ao nosso alcance. “Sirvam – se” diz o mafioso enganador, com falsas promessas. Impotentes, estamos diante de uma crucial opção, a de escolhermos entre a droga D ou a droga S. Consta que a droga D é muito pior.

Acreditamos que os futuros eleitores, ao optarem pela droga da Dilma, estarão como aqueles jovens, afirmando que:

- quero viver sem liberdade;

- pretendo ficar subordinado ao Estado;

- o melhor é perder a dignidade;

- pretendo viver de expedientes;

- viverei como os sem caráter,

- não quero ter compromissos;

- o melhor é não saber de nada;

- serei um alienado e viverei à custa do Estado que tudo proverá;

- serei ateu por convicção e comunista por falta do que fazer; etc.”

Apesar das opções serem as piores possíveis, a droga Dilma, de efeitos diretos e colaterais que poderão mergulhar os pacientes em perpétuo coma, deve ser evitada a qualquer custo, pois as conseqüências poderão ser funestas para o futuro da Nação.

Não faça como os jovens da propaganda, diga não aos terroristas, aos subversivos. “Diga não à Dilma e caterva”.

A democracia recomenda, “diga não ao totalitarismo da esquerda”. Vê se escuta, meu.

Brasília, DF,

Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira

vfazevedop@gmail.com

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