DIGA NÃO À DROGA DILMA OU NÃO A DILMA QUE É UMA DROGA
Na rádio, a propaganda “diga não às drogas”, bem bolada, apela para o chocante, mas verdadeiro.
Jovens, ainda não chegados à adolescência, a julgarmos pela voz dos depoentes, sucessivamente, declaram peremptórios:
- quero viver na sarjeta;
- não quero ter um futuro;
- pretendo viver de esmolas;
- a bolsa - drogado será o meu amparo;
- o problema é dos outros;
- vou dormir em bancos das praças;
- não quero estudar;
- não pretendo ter família;
- a sociedade é culpada e terá que me agüentar; etc”.
A mensagem é bem clara. Ao optar pelas drogas, o jovem faz uma terrível e insana opção. Ao escolher o caminho fácil do prazer momentâneo, da falsa felicidade, da satisfação que cobrará um pesadíssimo preço ao usuário, ele, equivocadamente consciente, abdica de valores, abre mão da cidadania e da vida prazerosa, esta sem os enganadores subterfúgios.
Bom, não vamos alongar quanto aos malefícios que o universo palmilhado pelos drogados oferece, pois são por demais conhecidos, inclusive, pelos incautos usuários. Por isso, por saberem qual será o seu nefasto e triste futuro, sem delongas, às cegas abrem mão de tudo que pode encantar e atrair um jovem comum, com salutares sonhos e aspirações, e com uma desassombrada convicção apostam seu auspicioso futuro em troca de uma previsível degradação física e moral.
Na sua insânia, arrastam pais e parentes, mergulham na delinqüência, ingressam na devassidão, perdem a dignidade e prostituem - se moral e fisicamente. É o suicídio anunciado.
Nós eleitores, breve teremos à frente um pote cheio de Dilma. A droga nos é oferecida como uma panacéia. Dia e noite, intensa propaganda procura dourar seus malefícios diretos, sem contar os malsinados efeitos colaterais. É droga que não acaba mais.
Assim, aquela nefasta droga é colocada de bandeja ao nosso alcance. “Sirvam – se” diz o mafioso enganador, com falsas promessas. Impotentes, estamos diante de uma crucial opção, a de escolhermos entre a droga D ou a droga S. Consta que a droga D é muito pior.
Acreditamos que os futuros eleitores, ao optarem pela droga da Dilma, estarão como aqueles jovens, afirmando que:
- quero viver sem liberdade;
- pretendo ficar subordinado ao Estado;
- o melhor é perder a dignidade;
- pretendo viver de expedientes;
- viverei como os sem caráter,
- não quero ter compromissos;
- o melhor é não saber de nada;
- serei um alienado e viverei à custa do Estado que tudo proverá;
- serei ateu por convicção e comunista por falta do que fazer; etc.”
Apesar das opções serem as piores possíveis, a droga Dilma, de efeitos diretos e colaterais que poderão mergulhar os pacientes em perpétuo coma, deve ser evitada a qualquer custo, pois as conseqüências poderão ser funestas para o futuro da Nação.
Não faça como os jovens da propaganda, diga não aos terroristas, aos subversivos. “Diga não à Dilma e caterva”.
A democracia recomenda, “diga não ao totalitarismo da esquerda”. Vê se escuta, meu.
Brasília, DF,
Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira

