Nossos governantes
Atenção:
nos últimos meses, 40 militares argentinos - que atuaram na repressão ao terrorismo comunista em décadas passadas - morreram nas prisões do Estado. Um envenenado por cianureto, outro morto por enforcamento e os demais por “falta de assistência médica”.
No Uruguai e no Chile, ocorrem eventos similares, também por mãos de comunistas no poder estatal.
Abaixo, em “nota da Executiva”, o comuno-petismo reafirma sua intenção de submeter às mesmas humilhações e calvário aqueles nossos Soldados que os impediram, em ‘64, de impor-nos uma ditadura de feição castro-comunista.
Irão insistir e insistir… até que o consigam, num passo decisivo para destruição de nossas Forças Armadas.
Porque sabem que elas são, hoje no Brasil, a única força viva e o derradeiro valor moral capacitado a barrar seus planos de poder totalitário.
Nossos Soldados representam nossa última esperança de salvaguarda das liberdades democráticas e do Estado de Direito.
Não apoiá-los, não lutar por eles, equivale a fazer o jogo dos comunistas, ajudá-los em sua traição à nação.
Ainda mais grave, abandonar nossos militares neste momento de perigo, seria prestar-se atestado de caráter de sarjeta, de repugnante irresponsabilidade e ingratidão àqueles bravos que sacrificaram vidas e carreiras em nossa defesa.
A vitória dos comunistas neste empenho significará mais que a derrota da honra e da justiça:
implicará que nós, brasileiros, mereceremos integralmente - por abjeta corvardia e endêmica falta de caráter - o destino de escravos a nos ser imposto pela Peste Vermelha.
Pense.
E aja!
M.

