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Sábado, 12 de Dezembro de 2009
Notícias do MVB

Movimento Viva Brasil participa do Programa Mulheres

O Prof. Bene Barbosa, presidente do Movimento Viva Brasil, participou no último dia 10 do Programa Mulheres da TV Gazeta.

Foram vinte minutos de entrevista, onde foram abordados diversos assuntos, entre eles: recadastramento, direito de possuir armas e impunidade.

Gostaríamos de convidá-los a assistir essa entrevista e enviar a sua opinião para o programa: mulheres@tvgazeta.com.br

Entrevista Mulheres - Parte I

http://www.youtube.com/watch?v=CvqtgIZU6BA

Entrevista Mulheres - Parte II

http://www.youtube.com/watch?v=MoUZeGiR9m4

Jornal de Santa Catarina publica artigo do Prof. Bene Barbosa

Em resposta ao artigo do pastor Clovis Horst Lindner o Jornal de Santa Catarina publicou um artigo resposta do presidente do Movimento Viva Brasil, que segue em sua íntegra abaixo.

Agradecemos aos sempre combativos participantes do MVB pelas dezenas de mensagens enviadas ao jornal, que mostrou rara imparcialidade nos dando direito de resposta.

ARMAS: RESPEITO É BOM E TODOS NÓS GOSTAMOS

http://www.clicrbs.com.br/jsc/sc/impressa/4,182,2730251,13606

A celeuma causada pela questão de ter ou não armas que vem ocorrendo nas páginas deste conceituado jornal não é nenhuma novidade. Tenho acompanhado com muito interesse os argumentos de uns e outros e agora, após o artigo intitulado “Ser da paz é babaca” do pastor luterano Clovis Horst Lindner vejo a necessidade de me manifestar.

Inicialmente gostaria de alertar ao pastor que o uso de certas gírias ou adjetivos merece atenção redobrada na etimologia de nossa língua pátria. A palavra “babaca”, que reproduzo aqui muito a contra gosto, embora seja atualmente usado como sinônimo de tolo tem seu significado inicial como sendo o órgão genital feminino. Com um termo tão chulo intitulando o artigo e sendo utilizada por um religioso fica, logo de início, difícil dar muito crédito para a opinião do mesmo.

Ao contrário do que afirma o pastor, não houve qualquer mobilização ou união de forças em defesa do colunista Cezar Zillig que apóia o direito de defesa do cidadão. Não houve simplesmente por que eu queria que apenas as opiniões dos leitores chegassem ao jornal em um primeiro momento. Assim, afirmo que as cartas de apoio ao colunista são fruto da participação espontânea da sociedade catarinense. Desta feita será diferente, faremos ampla divulgação para que todos possam comentar e participar.

Aparentemente o pastor e outros colunistas deste jornal fizeram questão de esquecer o referendo de 2005 onde nada menos que 76,64% votaram a favor do direito de possuir armas, ou seja, em tese de cada 10 leitores, 8 são contrários ao desarmamento.

Toda discussão, desde que não descambe para ataques pessoais e envolva pessoas que tenham o mínimo de conhecimento sobre o assunto é benéfica para sociedade. O que é inadmissível é a tentativa de ditatorialmente impor uma posição para a sociedade. É exatamente isso que fazem os anti-armas. Querem impor o desarmamento, impor a proibição e aqui reside a diferença entre nós e vocês. De forma nenhuma queremos impor a qualquer cidadão a obrigação de ter uma arma. Isso é escolha, é opção. É respeito ao direito individual.

Os comentários mais exacerbados ou agressivos daqueles que possuem uma arma, seja para defesa, esporte ou caça acontece exatamente por essa falta de respeito, por essa tentativa de arrancar-lhes a fórceps um direito não só legal, mas também natural. Gostaria de lembrar inclusive que nenhuma religião do mundo condena a legítima defesa mesmo que isso signifique a morte do agressor.

Fomos injustamente atacados com o argumento simplista e simplório de quem possui uma arma deseja usá-la. Oras, se isso fosse verdade significaria que aquele que usa cinto de segurança quer sofrer um acidente, quem possui remédios em casa deseja ficar doente ou aquele que faz seguro contra incêndio deseja que sua casa pegue fogo.

Se a tentativa de proibição baseia-se na premissa que qualquer um que tenha uma arma é um assassino pronto para matar a qualquer momento, por qualquer motivo é o mesmo que afirmar que qualquer homem deve ser encarado como um estuprador uma vez que possui instrumento para execução deste tipo de crime…

Podem publicar aqui qualquer outro argumento pelo desarmamento. Todos eles já foram sistematicamente desconstruídos durante o referendo de 2005 e a população brasileira decidiu e, querendo ou não, os derrotados no referendo precisam aprender a respeitar o que hoje é um direito de todo brasileiro.

Em tempo. A geração de Woodstock ao qual o senhor se refere é a mesma que pregava o “amor livre” onde “ninguém era de ninguém” e a larga utilização de drogas como maconha, haxixe e LSD? Os hippies pacifistas seriam os mesmos que seguiram Charles Maison em suas atrocidades? Realmente, os valores, mesmo de quem teria a obrigação de pregar os bons costumes, estão inacreditavelmente distorcidos.

Sobre filhos que vão armados para escolas, que na realidade são criminosos impunes, filhos que matam os pais, não fariam isso se nossas entidades religiosas se preocupassem mais com a formação moral do que com política ou temas que desconhecem, ou quem sabe, não fossem netos de Woodstock…
* Presidente do Movimento Viva Brasil, especialista em armas, segurança pública e privada e coordenador de campanha no referendo de 2005

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E-mail: contato@movimentovivabrasil.com.br

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