PELO DIREITO DE POSSUIR E PORTAR ARMAS DE FOGO

O desarmamento como instrumento ineficaz para conter a criminalidade
Autor: Archimedes Marques (delegado de Policia no Estado de Sergipe.
O cidadão nas ruas literalmente virou um alvo em determinados locais. Um alvo que tem que ser um maratonista, velocista, contorcionista, trapezista e até mágico para se esquivar das balas perdidas. Um alvo que tem que optar por dar apoio aos traficantes de drogas sob pena de morte. Um alvo no seu veículo ultrapassando os sinais de transito e recebendo multas para não ser seqüestrado ou assaltado e morto. Um alvo desarmado sem direito a defesa própria contra o marginal sempre bem armado. Um alvo que tem que contratar segurança particular. Um alvo que ainda tem que agradecer ao criminoso por apenas lhe levar seus bens materiais. Um alvo esperando sempre que apareça algum policial para lhe salvar.
TER OU NÃO TER? - Brasileiros buscam proteção em armas de fogo
“Para Bené Barbosa, presidente do Movimento Viva Brasil - organização não governamental que defende o direito ao porte e à posse de armas -, esse empenho no desarmamento é um desrespeito ao referendo de 2005, quando 63% da população optou pelo desejo de manter o direito de ter uma arma em casa.”
Confira mais detalhes na entrevista dada ao jornal Folha de Londrina
PORTE DE ARMAS É LIBERADO E VIOLÊNCIA DESPENCA EM PAÍS EUROPEU
A medida veio após a escalada de violência sofrida pela província, que chegou a 78 assassinatos por 100.000 habitantes. A medida, dizem as autoridades, foi responsável pela queda desse índice para impressionantes 4 homicídios por 100.000 habitantes, em apenas 1 mês.
O PLANO NACIONAL DE DIREITOS HUMANOS E O DESARMAMENTO
Um dos assuntos do momento nos diversos noticiários do país é, com destaque, o novo Programa Nacional de Direitos Humanos, instituído pelo governo federal através do Decreto nº 7037/09, cujos termos demonstram um acintoso ataque aos preceitos constitucionais brasileiros, violando desde o direito de propriedade até a liberdade de imprensa, com propostas de se impor, inclusive, censura velada (ou não) aos seus diversos veículos.
Ignorado pela imprensa costa em sua diretriz 13 reformar a legislação para ampliar as restrições para aquisição de armas de fogo por particulares e empresas de segurança.
Como se vê, em mais um ato de flagrante desrespeito à inequívoca manifestação de vontade da População Brasileira através do referendo de 2005, sobre o comércio de armas e munições, o governo pretende, mais uma vez, tentar dificultar o já tão árduo acesso da população a tais produtos, o que, na prática, só pode significar sua total inviabilização, dadas as dificuldades hoje já enfrentadas por qualquer cidadão com este objetivo.
CARABINA COMEMORATIVA 5 ANOS MVB
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